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Lectio Divina, também conhecido como Leitura Orante, é um metodo antigo, do inicio do cristianismo, de leitura e contemplação da Palavra de Deus. Abaixo disponibilizo uma apresentação PowerPoint de como fazer a Leitura Orante. Em seguida apresento uma recomendação do proprio Vaticano, na figura do Papa Bento XVI, que se faça a leitura orante.

Apresentação: Lectio Divina – apresentação powerpoint - 4,846 KB

Recomendação do Vaticano:

Lectio Divina, maneira de conhecer coração de Deus

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 15 de outubro de 2008 (ZENIT.org).-

 O Sínodo dos Bispos pediu que se ilustrasse à assembléia um dos diferentes métodos atuais de «Lectio divina», a leitura orante da Sagrada Escritura. Em resposta, nesta terça-feira, na congregação geral, Dom Santiago Jaime Silva Retamales, bispo auxiliar de Valparaíso (Chile), fez uma apresentação muito concreta que durou cerca de 20 minutos. Continuar Lendo »

 

Texto aprovado pela 43ª Assembleia Geral Itaici – Indaiatuba, 9 a 17 de Agosto de 2005:

“Este Diretório Nacional de Catequese (DNC) é um esforço de adaptação à realidade do Brasil do Diretório Geral para a catequese , de 19971 (cf. DGC 9, 11, 139, 166 e 171). Nele, portanto, inspira-se, fazendo porém as adaptações necessárias, que reflitam a caminhada da Igreja e o movimento catequético brasileiro destes últimos 50 anos.”

 

Documento para Download:

diretorio nacional catequese 2005 - documento em PDF – 288pgs – 1,03MB

Padre Paulo Andre

 

Por Sua Santidade Papa Pio XII

Fonte: site de Nossa Senhora de Lurdes

MUNIFICENTISSIMUS DEUS

Constituição Apostólica 

dogma da Assunção de Nossa Senhora, em corpo e alma ao céu 

PIO XII

servo dos servos de Deus
para perpétua memória

Introdução 

1. Deus munificentíssimo, que tudo pode, e cujos planos de providência são cheios de sabedoria e de amor, nos seus imperscrutáveis desígnios, entremeia na vida os povos e dos indivíduos as dores com as alegrias, para que por diversos caminhos e de várias maneiras tudo coopere para o bem dos que o amam (cf. Rm 8, 28). Continuar Lendo »

Diretorio Nacional de Catequese

O vosso papel principal deve ser o de suscitar e alimentar, em vossas Igrejas, uma verdadeira paixão pela catequese; uma paixão, porem, que se encarne numa organização adaptada e eficaz, que empenhe na atividade as pessoas, os meios e os instrumentos e, também, os recursos financeiros. Podereis ter a certeza disto: se a catequese for bem-feita nas vossas Igrejas locais, tudo o mais será feito com maior facilidade (CT 63)

Parte 1 e 2:

introducao diretorio nacional catequese - cap 1 e 2-  apresentação powerpoint – 1,33MB

Parte 3:

introduçãodiretorio nacional catequese - cap 3 - apresentação powerpoint – 1,10MB

Parte 4:

introdução diretorio nacional catequese - cap 4 – apresentação powerpoint – 1,46MB

Parte 5:

 introdução diretorio nacional catequese - cap 5 - apresentação powerpoint -  193KB

Parte 6:

introdução diretorio nacional catequese – cap 6 – apresentação powerpoint – 746KB

Parte 7:

introdução diretorio nacional catequese – cap 7 – apresentação powerpoint – 736KB

Parte 8:

introdução diretorio nacional catequese - cap 8 – apresentação powerpoint – 5,172 MB

Padre Paulo Andre

A paz Irmãos.

Abaixo disponibilizo material de apresentação sobre o documento da Igreja Católica – Catequese Renovada.

Elaborado pela CNBB em 1983, é uma resposta aos apelos do Papa Joao Paulo II, onde dizia que a catequese é um assunto urgente. Continuar Lendo »

Por Padre Paulo Andre

 

“… a finalidade definitiva da catequese é a de fazer que alguém se ponha,

não apenas em contato,  mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo.”

Joao Paulo II – Catechesi Tradendae

 

Abaixo disponibilizo material a ser usado na aula sobre o documento, Exortação Apostólica Catechesi Tradendae (Catequese Hoje) de 1979. Continuar Lendo »

Por Padre Paulo Andre

Abaixo disponibilizo material sobre o Concilio Vaticano II. O material é um resumo em power point e deve ser usado como material de apoio para as aulas.

Segue o link do documento: Concilio Vaticano II – 2,26MB – 40 slides

 

vatican-council-ii

Sábado, 7 de março de 2009

 

A TODOS AQUELES QUE COMPREENDEM O VALOR DA VIDA:

 

Na semana passada, foi descoberta uma gravidez de gêmeos em uma menina de 9 anos no nordeste brasileiro. O fato ocorreu na quarta feira dia 27 de fevereiro de 2009 na pequena Alagoinha, umacidade de 14 mil habitantes no interior do Estado de Pernambuco.

A menina já estava com 4 meses de gestação. O pai dos bebês seria o padrasto, um rapaz de 23 anos que vivia com a mãe da criança. O pai biológico da menina, que atualmente vive também em Alagoinha, havia se separado da mãe havia três anos. O padrasto foi preso na própria quarta feira à noite e a população da cidade chegou a tentar linchá-lo. Continuar Lendo »

Por: Redação Canção Novape-paulo-ricardo-e-papa

 Sexta-feira, 11 de maio de 2007, 19h49

 L´Osservatore Romano

 Congresso Internacional de Catequese – 2002 – 10 anos do Catecismo

Em 2002 o Padre Paulo Ricardo foi convidado pessoalmente pelo então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé para participar do Congresso Internacional de Catequese em comemoração dos 10 anos de publicação do Catecismo da Igreja Católica. A intervenção de Padre Paulo naquele congresso está curiosamente em sintonia com o pronunciamento que o Papa Bento XVI fez aos Bispos do Brasil. Para estancar a hemorragia de tantos católicos que saem da Igreja, só há um caminho: 1) encontro pessoal com Jesus e 2) catequese permanente. Publicamos o texto a seguir para os que desejarem um aprofundamento. Continuar Lendo »

CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA
 LUMEN GENTIUM
SOBRE A IGREJA

CAPÍTULO VIII

 A BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA MÃE DE DEUS NO MISTÉRIO DE CRISTO E DA IGREJA

 I. PROÉMIO

 A Virgem mãe de Cristo

 

 

52. Querendo Deus, na Sua infinita benignidade e sabedoria, levar a cabo a redenção do mundo, «ao chegar a plenitude dos tempos, enviou Seu Filho, nascido de mulher,… a fim de recebermos a filiação adoptiva» (Gál. 4, 4-5). «Por amor de nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e encarnou na Virgem Maria, por obra e graça do Espírito Santo» (171). Este divino mistério da salvação é-nos relevado e continua na Igreja, instituída pelo Senhor como Seu corpo; nela, os fiéis, aderindo à cabeça que é Cristo, e em comunhão com todos os santos, devem também venerar a memória «em primeiro lugar da gloriosa sempre Virgem Maria Mãe do nosso Deus e Senhor Jesus Cristo» (172). Continuar Lendo »

CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA
DEI VERBUM 
SOBRE A REVELAÇÃO DIVINA

 

PROÉMIO

 
Intenção do Concílio

1. O sagrado Concilio, ouvindo religiosamente a Palavra de Deus proclamando-a com confiança, faz suas as palavras de S. João: «anunciamo-vos a vida eterna, que estava junto do Pai e nos apareceu: anunciamo-vos o que vimos e ouvimos, para que também vós vivais em comunhão connosco, e a nossa comunhão seja com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo” (1 Jo. 1, 2-3). Por isso, segundo os Concílios Tridentino e Vaticano I, entende propor a genuína doutrina sobre a Revelação divina e a sua transmissão, para que o mundo inteiro, ouvindo, acredite na mensagem da salvação, acreditando espere, e esperando ame. Continuar Lendo »

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA
 EVANGELII NUNTIANDI 
DO PAPA PAULO VI 
AO EPISCOPADO, AO CLERO
 AOS FIÉIS DE TODA A IGREJA
 SOBRE A EVANGELIZAÇÃO
 NO MUNDO CONTEMPORÂNEO.

 

Veneráveis irmãos e diletos filhos
Saúde e bênção apostólica

 

INTRODUÇÃO

1. O empenho em anunciar o Evangelho aos homens do nosso tempo, animados pela esperança mas ao mesmo tempo torturados muitas vezes pelo medo e pela angústia, é sem dúvida alguma um serviço prestado à comunidade dos cristãos, bem como a toda a humanidade.á

É por isso que a tarefa de confirmar os irmãos, que nós recebemos do Senhor com o múnus de sucessor de Pedro (1) e que constitui para nós “cada dia um cuidado solícito” (2), um programa de vida e de atividade e um empenho fundamental do nosso pontificado, tal tarefa afigura-se-nos ainda mais nobre e necessária quando se trata de reconfortar os nossos irmãos na missão de evangelizadores, a fim de que, nestes tempos de incerteza e de desorientação, eles a desempenhem cada vez com mais amor, zelo e alegria.

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CARTA ENCÍCLICA
DEUS CARITAS EST

DO SUMO PONTÍFICE
BENTO XVI
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE O AMOR CRISTÃO

 

INTRODUÇÃO

1. « Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele » (1 Jo 4, 16). Estas palavras da I Carta de João exprimem, com singular clareza, o centro da fé cristã: a imagem cristã de Deus e também a consequente imagem do homem e do seu caminho. Além disso, no mesmo versículo, João oferece-nos, por assim dizer, uma fórmula sintética da existência cristã: « Nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem ».

Nós cremos no amor de Deus — deste modo pode o cristão exprimir a opção fundamental da sua vida. Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. No seu Evangelho, João tinha expressado este acontecimento com as palavras seguintes: « Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho único para que todo o que n’Ele crer (…) tenha a vida eterna » (3, 16). Com a centralidade do amor, a fé cristã acolheu o núcleo da fé de Israel e, ao mesmo tempo, deu a este núcleo uma nova profundidade e amplitude. O crente israelita, de facto, reza todos os dias com as palavras do Livro do Deuteronómio, nas quais sabe que está contido o centro da sua existência: « Escuta, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças » (6, 4-5). Jesus uniu — fazendo deles um único preceito — o mandamento do amor a Deus com o do amor ao próximo, contido no Livro do Levítico: « Amarás o teu próximo como a ti mesmo » (19, 18; cf. Mc 12, 29-31). Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um « mandamento », mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro.

Num mundo em que ao nome de Deus se associa às vezes a vingança ou mesmo o dever do ódio e da violência, esta é uma mensagem de grande actualidade e de significado muito concreto. Por isso, na minha primeira Encíclica, desejo falar do amor com que Deus nos cumula e que deve ser comunicado aos outros por nós. Estão assim indicadas as duas grandes partes que compõem esta Carta, profundamente conexas entre elas. A primeira terá uma índole mais especulativa, pois desejo — ao início do meu Pontificado — especificar nela alguns dados essenciais sobre o amor que Deus oferece de modo misterioso e gratuito ao homem, juntamente com o nexo intrínseco daquele Amor com a realidade do amor humano. A segunda parte terá um carácter mais concreto, porque tratará da prática eclesial do mandamento do amor ao próximo. O argumento aparece demasiado amplo; uma longa explanação, porém, não entra no objectivo da presente Encíclica. O meu desejo é insistir sobre alguns elementos fundamentais, para deste modo suscitar no mundo um renovado dinamismo de empenhamento na resposta humana ao amor divino.

 

 

 

 

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“A FAMÍLIA nos tempos de hoje, tanto e talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura. Muitas famílias vivem esta situação na fidelidade àqueles valores que constituem o fundamento do instituto familiar. Outras tornaram-se incertas e perdidas frente a seus deveres, ou ainda mais, duvidosas e quase esquecidas do significado último e da verdade da vida conjugal e familiar. Outras, por fim, estão impedidas por variadas situações de injustiça de realizarem os seus direitos fundamenta.

Consciente de que o matrimônio e a família constituem um dos bens mais preciosos da humanidade, a Igreja quer fazer chegar a sua voz e oferecer a sua ajuda a quem, conhecendo já o valor do matrimônio e da família, procura vivê-lo fielmente, a quem, incerto e ansioso, anda à procura da verdade e a quem está impedido de viver livremente o próprio projecto familiar. Sustentando os primeiros, iluminando os segundos e ajudando os outros, a Igreja oferece o seu serviço a cada homem interessado nos caminhos do matrimônio e da família (1).

Dirige-se particularmente aos jovens, que estão para encetar o seu caminho para o matrimônio e para a família, abrindo-lhes novos horizontes, ajudando-os a descobrir a beleza e a grandeza da vocação ao amor e ao serviço da vida.” Continuar Lendo »

“A preparação para o matrimónio, para a vida conjugal e familiar, é de importância relevante para o bem da Igreja. De facto, o sacramento do Matrimónio tem um grande valor para toda a comunidade cristã e, em primeiro lugar, para os esposos, cuja decisão é tal que não poderia ser sujeita à improvisação ou a escolhas apressadas. Em outras épocas, tal preparação podia contar com o apoio da sociedade, a qual reconhecia os valores e os benefícios do matrimónio. A Igreja, sem obstáculos ou dúvidas, tutelava a sua santidade, sabedora do facto que o sacramento do Matrimónio representava uma garantia eclesial, qual célula vital do Povo de Deus. O apoio eclesial era, pelo menos nas comunidades realmente evangelizadas, firme, unitário, compacto. Eram raras, em geral, as separações e falências dos matrimónios, e o divórcio era considerado uma “chaga” social (cf. Gaudium et Spes = GS 47)” Continuar Lendo »

A paz irmãos!

A seguir disponibilizo material sobre Sacramento do matrimonio, ordem, penitencia e unção dos enfermos com conteúdo já visto em aula e com o que será utilizado nas próximas.“Que o ninguém separe o que Deus Uniu”. ( Mt, 19, 1-9)

 

 

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OS EFEITOS DA EUCARISTIA

S. Tomás de Aquino

- Summa Theologiae IIIa. Pars Qs. 79-80 -
- Sermão sobre o Corpo do Senhor -

 1 – No Sacramento da Eucaristia, em virtude das palavras da instituição, as espécies simbólicas se mudam em corpo e sangue; seus acidentes subsistem no sujeito; e nele, pela consagração, sem violação das leis da natureza, o Cristo único e inteiro existe Ele próprio em diversos lugares, assim como uma voz é ouvida e existe em vários lugares, continuando inalterado e permanecendo inviolável quando dividido, sem sofrer diminuição alguma. Cristo, de fato, está inteira e perfeitamente em cada e em todo fragmento de hóstia, assim como as aparências visíveis que se multiplicam em centenas de espelhos. Continuar Lendo »

O material sobre o tema de estudo desta 2ª metade do semestre foi disponibilizado. O tema é a “Sagrada Eucariatía”. Todo o contúdo usado em aula está em uma apresentação powerpoint, ou seja, em slides. A apresentação está disponível para download a seguir:

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CARTA APOSTÓLICA
MANE NOBISCUM DOMINE
DO SUMO PONTÍFICE
JOÃO PAULO II
AO EPISCOPADO, CLERO E FIÉIS
PARA O ANO DA EUCARISTIA

OUTUBRO 2004–OUTUBRO 2005

INTRODUÇÃO

1. «Fica connosco, Senhor, pois a noite vai caindo» (cf. Lc 24,29). Foi este o instante convite que os dois discípulos, directos a Emaús na tarde do próprio dia da ressurreição, dirigiram ao Viajante que se lhes tinha juntado no caminho. Carregados de tristes pensamentos, não imaginavam que aquele desconhecido fosse precisamente o seu Mestre, já ressuscitado. Mas sentiam «arder» o seu íntimo (cf. Lc 24,32), quando Ele lhes falava, «explicando» as Escrituras. A luz da Palavra ia dissipando a dureza do seu coração e «abria-lhes os olhos» (cf. Lc 24, 31). Por entre as sombras do dia que findava e a obscuridade que pairava na alma, aquele Viajante era um raio de luz que fazia despertar a esperança e abria os seus ânimos ao desejo da luz plena. «Fica connosco» — suplicaram. E Ele aceitou. Pouco depois o rosto de Jesus teria desaparecido, mas o Mestre «permaneceria» sob o véu do «pão partido», à vista do qual se abriram os olhos deles.

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EXORTAÇÃO APOSTÓLICA
«CATECHESI TRADENDAE»

DE SUA SANTIDADE
PAPA JOÃO PAULO II
AO EPISCOPADO,
AO CLERO E AOS FIÉIS
DE TODA A IGREJA
SOBRE A CATEQUESE
DO NOSSO TEMPO

INTRODUÇÃO

Ordem final de Cristo

1. A catequese foi sempre considerada pela Igreja como uma das suas tarefas primordiais, porque Cristo ressuscitado, antes de voltar para o Pai, deu aos Apóstolos uma última ordem: fazer discípulos de todas as nações e ensinar-lhes a observar tudo aquilo que lhes tinha mandado (1). Deste modo lhes confiava Cristo a missão e o poder de anunciar aos homens aquilo que eles próprios tinham ouvido do Verbo da Vida, visto com os seus olhos, contemplado e tocado com as suas mãos (2). Ao mesmo tempo, confiava-lhes ainda a missão e o poder de explicar com autoridade aquilo que Ele lhes tinha ensinado, as suas palavras e os seus actos, os seus sinais e os seus mandamentos. E dava-lhes o Espírito Santo, para realizar tal missão.

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Curso ministrado pelo Padre Paulo Andre no Centro Catequetico Diocesano “Dom Gabriel” em Jundiai – SP

Primeiro Semestre de 2008 – Sacramento do Batismo

A seguir temos algumas apostilas descrevendo os Ritos como batismo, vigília pascal, pentecostes…

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Curso ministrado pelo Padre Paulo Andre no Centro Catequetico Diocesano “Dom Gabriel” em Jundiai – SP

Primeiro Semestre de 2008 – Sacramento do Batismo

A seguir temos as apostilas com o conteúdo sobre Iniciação Cristã.

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